Cursos de formação em 

 Audiovisual 

Certificação Federal
 

Cursos com certificação pelo IFRJ - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro.

Profissionais

Renomados

O corpo docente é composto por profissionais de grande reconhecimento no mercado Audiovisual brasileiro.

Zona Norte

do Rio de Janeiro
 

Único local de formação em Audiovisual do subúrbio carioca, unindo zona norte e baixada.

Próximos Cursos

Aprimore suas habilidades no Polo Audiovisual Ponto Cine com grandes profissionais do mercado.

  • Fotografia

  • Fotografia Cinematográfica

  • Danças Urbanas

  • Gestão de Projetos Culturais

  • Interpretação

  • Interpretação para crianças

  • Direção Audiovisual

Cursos em Andamento

Os cursos em andamento são direcionados para quem deseja aperfeiçoar suas habilidades aprendendo com os melhores profissionais do mercado e desenvolvendo os seus projetos com qualidade.

As aulas acontecem no Polo Audiovisual Ponto Cine em Guadalupe como extensão do IFRJ - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro.

 

Os dois cursos são aos sábados das 08h às 12h e 13h às 17h e têm a carga horária de 160 horas.

Ao todo são 25 vagas para cada curso e qualquer um pôde se candidatar (mesmo não sendo um aluno do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro).

Últimas Notícias

Interpretação para Produções

Audiovisuais (IPA)

 

Objetivo Geral

O curso de extensão em Direação Audiovisual objetiva formar profissionais que atuem nas mais diversas áreas do audiovisual, sendo capazes de compreender e desenvolver atividades artísticas e profissionais, contribuindo para o fortalecimento cultural e estando aptos ao mercado de trabalho.

Início dos cursos: 18/05

Carga Horária: 160h (20 encontros)

Horário: 08h às 12h e 13h às 17h (intervalo de 1h para almoço)

LEIA O EDITAL COMPLETO:

Edital de Formação Inicial e Continuada (FIC)/Extensão do IFRJ em parceria com o Ponto Cine.

INSCRIÇÕES:

ENCERRADAS

PREVISÃO PARA NOVAS TURMAS:

2020

Professores e Convidados

Daniela

Daniela Vitorino, nasceu em Brasília, estudou comunicação na UFGO e no Ceub, formou em cinema na Estácio de Sá no Rio de Janeiro, pós-graduou em produção executiva para cinema e TV na ESPM/RJ, e é sócia da Caraminhola Filmes. Produziu o longa “A Família Dionti”, coprodução com a Inglaterra e Canal Brasil, com o qual conquistou os prêmios de melhor filme de público no 48° Festival de Brasília, no 7° Festin Lisboa, e na 3° Mostra de Cinema de Gostoso, melhor roteiro no 10° Youngabout em Bolonha, e melhor ator criança no 16° San Diego Kids IFF. Produziu e distribuiu o longa documentário “A Morte Inventada-Alienação Parental” e o premiado curta “A Língua das Coisas” para o Curta Criança Minc/TVBrasil. Produziu e fez a direção de arte de diversos curtas, como os premiados “A Encomenda” e “O Refém”. Está produzindo documentários, e preparando os longas de ficção “O Deserto de Luíza”, com suporte da Riofilme e Films from Rio, o infantil “Quando Ju Escapou pra Dentro”, e outros projetos em coproduções nacionais e internacionais.

Produção (Coordenadora do curso)

DANIELA VITORINO

Stefan Hess

Fotógrafo com mais de 30 anos de experiência em realizar e produzir imagens. Atuou na Agência F4 de fotojornalismo (SP) e no mercado publicitário nos anos 80 e 90. Na virada do século, com o surgimento do vídeo digital, entrou no mundo do audiovisual. Apaixonado pela tarefa de dividir conhecimentos, lecionou Cinematografia Digital no Curso de Cinema da PUC Rio. Também deu aulas no CCE PUC Rio como Professor de Fotografia Digital para Imagens em Movimento. Atualmente, dá aulas de Direção de Fotografia e Fotografia Digital na AIC -Academia Internacional de Cinema- no Rio de Janeiro. Assina a Direção de Fotografia dos filmes “O Sonho de Inacim” de Eliezer Rolim (Prêmio Academia Paraibana de Cinema 2009 – Melhor Ficção Longa Metragem) e “Só Dez por Cento é Mentira” de Pedro Cezar.

Direção de Fotografia Cinematográfica e Iluminação

STEFAN HESS

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Diretora do episódio Acende a luz, que compõe o filme Cinco vezes favela – Agora por nós mesmos (2010), produzido por Carlos Diegues e Renata Almeida Magalhães, e escolhido para a Seleção Oficial do Festival de Cannes de 2010. O longa ecebeu os prêmios de melhor filme ficção – pelo júri oficial e popular –, melhor atriz e ator coadjuvante, melhor roteiro, melhor trilha sonora e melhor montagem no Festival de Paulínia de 2010. Mora da favela do Vidigal, zona sul do Rio. Em 1992, começou a estudar teatro no grupo Nós do Morro, participando de várias montagens como atriz, figurinista, diretora, escritora e roteirista. Fez estágios nas áreas de assistência de direção e produção, pesquisa e colaboração em roteiros, e participou da pesquisa de elenco e oficina de atores para o filme Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles. Em 2002, foi premiada pela Riofilme com o roteiro do curta Mina de fé, que ganhou o prêmio de melhor curta no 37º Festival de Brasília e participou da mostra competitiva do Festival de Clermont-Ferrand (França), entre vários outros festivais. Atualmente coordena o Núcleo de Cinema Nós do Morro.

Direção

LUCIANA BEZERRA

Renato Valoni

Renato Vallone, nascido e criado na zona periférica do Rio de Janeiro, formou em cinema no curso de montagem e edição de som e imagem na escola de cinema Darcy Ribeiro, onde começou sua carreira profissional como colaborador dos professores, e hoje leciona montagem na mesma instituição. É considerado um dos mais inventivos montadores do cinema brasileiro, e recebeu reconhecimentos importantes com o filme “Cinema Novo”, de Eryk Rocha: vencedor do prêmio de melhor montagem documental no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2017; prêmio de montagem – SANFIC Festival Internacional de Cine do Chile; prêmio de melhor montagem – ABRACCINE; prêmio Éder Manzini – Montagem – Memorial do Cinema Paulista; prêmio de Montagem – Festival Internacional Panorama Coisa de Cinema da Bahia –Montou o longa “Campo de Jogo” de Eryk Rocha. Montou e construiu o desenho sonoro do longa documentário “Humberto Mauro” de Andre Di Mauro. Em 2019 será lançado dois longas metragens de ficção que montou “Breve Miragem de Sol: de Eryk Rocha e “Sertânia” de Geraldo Sarno.

Montagem

RENATO VALLONI

Osvaldo Eduardo Lioi

Oswaldo Eduardo Lioi, carioca, diretor de arte e cineasta. Formou em arquitetura e assinou o designer, a cenografia e a arte de importantes produções nacionais. Realizou suas primeiras animações na Oficina de Animação Marcos Magalhães, Em 1986 começou a trabalhar em longas: “Leila Diniz” de Luiz Carlos Lacerda, "Kuarup" de Ruy Guerra, "Fantasmas Trapalhões" de JB Tanko, vários  infanto-juvenis: "Terra dos Monstros", "Lua de Cristal”, “O Noviço Rebelde" e "Luz Azul”; "Gatão de meia-idade" de Antonio Carlos Fountoura, “Sonhos e Desejos" de Marcelo Santiago, com o qual ganhou Kikito de Ouro de Direção de Arte;  "Fronteira" de Rafael Conde, "Pequenas Histórias" de Helvécio Ratton, “A Família Dionti”, de Alan Minas, "Introdução à Música do Sangue”de Luiz Carlos Lacerda, “Os Príncipes” de Luíz Rosemberg Filho. Em 2012 recebe o Prêmio Araxá Terra do Sol pelo Conjunto da Obra no AraxáFestival. Com o “O Menino no Espelho", de Guilherme Fiuza, recebeu o Tropeiro de Prata de Direção de Arte. Em 2014  assina o roteiro e a direção com Eveline Costa do longa "Cada vez mais Longe".  

Direção de Arte

OSWALDO EDUARDO LIOI

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DMC é técnico e operador de som com mais de 10 anos de experiência. Tendo passado por empresas como SENAI RJ e CUFA Filmes, é especializado em captação de som, mixagem, edição e finalização de áudio. Participou do documentário “Falcão (Os Meninos Do Tráfico)".

Captação de Som

ANTÔNIO CARLOS (DMC)

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Adailton Medeiros, carioca, agitador cultural. Começou sua trajetória artística, ainda adolescente, no Grupo Teatro Nascente, terceiro colocado no Festival Inter-Regional do Rio de Janeiro. Criador e gestor do Ponto Cine, em Guadalupe, a Primeira Sala Popular de Cinema Digital do Brasil.  Recebeu o “Prêmio Faz Diferença”, oferecido pelo Jornal O Globo”, “Prêmio de Cultura 2014”, pela Secretaria de Estado da Cultura do Rio de Janeiro”, recebeu a Medalha Pedro Ernesto, a mais alta condecoração conferida pela Câmara de Vereadores do Rio, e a Medalha da Ordem do Mérito Cultural Carioca, pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro.

Realizador dos programas especiais para a TV Vilhena, afiliada da Globo em Rondônia, “Iquê-Juruena. Dramaturgo de importantes montagens: “Fábula”, “Justina Fiel Leal”, “Aparecida”, “O Musical da Padroeira” e “O Boca do Inferno”. Foi um dos fundadores do projeto Lonas Culturais no Rio, e coordenador durante três anos da Carlos Zéfiro, em Anchieta. No mesmo bairro também criou a Rádio Comunitária Virtude Fm.

Cinema

ADAILTON MEDEIROS

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Ator, professor de teatro e diretor do episódio Concerto para violino, que compõe o filme Cinco vezes favela – Agora por nós mesmos (2010), produzido por Carlos Diegues e Renata Almeida Magalhães, e escolhido para a Seleção Oficial do Festival de Cannes de 2010. O longa recebeu os prêmios de melhor filme ficção – pelo júri oficial e popular –, melhor atriz e ator coadjuvante, melhor roteiro, melhor trilha sonora e melhor montagem no Festival de Paulínia de 2010. Professor da ONG Nós do Morro, também dirige peças de teatro e curtas. Seu curta Neguinho e Kika foi premiado nos festivais de São Paulo, Londrina, Rio de Janeiro e Marseille (França). Trabalhou na preparação de elenco do filme Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles. Atuou em vários longas-metragens, entre eles, Orfeu (1998), de Carlos Diegues, O primeiro dia (2000), de Walter Salles, e Proibido proibir (2006), de Jorge Durán.  Em 2013, lançou o documentário Cidade de Deus - 10 anos depois, em codireção com Cavi Borges, que foi adquirido pelo serviço de streaming Netflix e exibido no mundo todo.

Direção

LUCIANO VIDIGAL

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Clovis Molinari Jr. é historiador, formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ; pesquisador nas áreas de cinema e história; especialista em gestão, acesso e conservação de documentos audiovisuais. Renomado pesquisador do Arquivo Nacional, foi o fundador e supervisor de uma equipe pioneira no tratamento de materiais filmográficos, no início dos anos de 1980. Fez estágio no Filmtecnic do Bundesarchiv (Arquivo Federal da República Federal da Alemanha), com passagens pelo Laboratório da AGFA- GEVAERT (Antuérpia-Bélgica), Cinemateca Francesa, INA (Instituto Nacional Audiovisual) e Centro Cultural George Pompidou, em Paris; Museu da Guerra e Instituto Britânico de filme (BFI-Londres).  Apresentou, redigiu e dirigiu programas de caráter cultural – “Fala Brasília”, “Canal Arte”. Foi idealizador, coordenador e curador do RECINE – Festival Internacional de Cinema de Arquivo. Editor-chefe de oito números da Revista Recine. Diretor da série “Super 8 – Tamanho Também é Documento” para o Canal Brasil.  

História do Cinema Mundial e Brasileiro

CLOVIS MOLINARI

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Alan Minas, nasceu no Rio de Janeiro em 1969, é formado em cinema e pós-graduado em roteiro. Dirigiu e roteirizou o longa-metragem "A Família Dionti", selecionado pelo Latin America Fund do Tribeca Filme – NY/USA, coprodução com a Inglaterra e Canal Brasil, com o qual conquistou os prêmios de melhor filme de público no 48° Festival de Brasília, no 7° Festin Lisboa, e na 3° Mostra de Cinema de Gostoso, melhor roteiro no 10° Youngabout em Bolonha, e melhor ator criança no 16° San Diego Kids IFF. Realizou o documentário "A Morte Inventada - Alienação Parental", que se tornou referência no tema no Brasil e no exterior. Organizou o livro "A Morte Inventada – Ensaios e Vozes" publicado pela editora Saraiva. Realizou o premiado curta "A Língua das Coisas", inspirado na obra de Manoel de Barros, selecionado pelo programa Curta Criança do MINC e TV Brasil. Publicou o livro infantil "Quando Ju escapou pra dentro", e o romance "A Família Dionti", pela editora Berlendis & Vertecchia.  Em 2019 está em pós-produção com o documentário “Cinema é com C?” e  na produção do documentário “A mãe tá chamando”.

Roteiro

ALAN MINAS

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Técnico em edição pela escola técnica Adolpho Bloch. Bacharel em cinema pela Estácio de Sá. Trabalhou 10 anos como assessor da diretoria colegiada da ANCINE. Também participou da implantação da lei de fomento à cultura na cidade do Rio de Janeiro  ( lei do ISS). 

 

Participou de diversas comissões de seleção para editais de cultura. Produziu as obras Na Roda do Samba, série documental para o Canal Brasil. Imagem Vinil série funcional  para o Canal Box Prime. Controller no filme  Aos Pedaços, de Ruy Guerra. Hoje faz a gestão de diversos projetos audiovisuais.

Captação em Audiovisual

EDUARDO LURNEL

Direção Audiovisual (DAV)

Objetivo Geral

O curso de extensão em Formação de Ator objetiva formar profissionais que atuem nas áreas de teatro, cinema, televisão, empresas de vídeo e radiodifusão, sendo capazes de compreender e desenvolver atividades artísticas, contribuindo para o fortalecimento cultural.

Início dos cursos: 18/05

Carga Horária: 160h (20 encontros)

Horário: 08h às 12h e 13h às 17h (intervalo de 1h para almoço)

LEIA O EDITAL COMPLETO:

Edital de Formação Inicial e Continuada (FIC)/Extensão do IFRJ em parceria com o Ponto Cine.

 

INSCRIÇÕES:

ENCERRADAS

PREVISÃO PARA NOVAS TURMAS:

2020

Professores e Convidados

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Estudou na UNIRIO, Bacharelado em Artes Cênicas.

Já atuou em espetáculos como o Bolo de Carne, de Pedro Emanuel; Murro em ponta de faca, com direção de Augusto Boal; Ópera Turandot, com direção de Amir Haddad; Os melhores anos de nossas vidas, com direção de Domingos de Oliveira; Da Lapinha ao Pastoril, com direção de Luís Mendonça entre outros. Recebeu o prêmio de Melhor ator do festival de teatro de Nova Iguaçu – SATED/ RJ - 1980. Gestor do Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas.

Interpretação (Coordenador do curso)

GILSON DE BARROS

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Além de produtor e diretor teatral, é um dos mais conceituados diretores de casting do mercado de cinema e TV, segundo a revista VEJA.

Entre seus principais trabalhos como produtor teatral estão: "O menino maluquinho", de Ziraldo; "Um Peixe fora d`água”, de Sura Berditchevisky, ganhando os prêmios de melhor produtor de teatro no Rio de Janeiro e São Paulo. Dirigiu e escreveu "Frida Kahlo, a Deusa Tehuana"; e "Brimas", de Beth Zalcman e Simone Kalil, indicado ao prêmio Shell de melhor texto em 2015/2016.

Interpretação

LUIZ ANTÔNIO ROCHA

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Professor, diretor, produtor e ator. Leciona há 21 anos. Coordenador da Casa Aguinaldo Silva de Artes. Leciona como professor de História do Teatro na Cia de Teatro Contemporâneo. Formado em Licenciatura em Teatro pela Universidade Estácio de Sá e pós-graduado em Metodologia do Ensino das Artes, pela Uninter. Dirigiu espetáculos como “Os Contos que trago” (2019), “Amor, um show poético”, “Viva Suassuna”, entre outros.

Jogos Dramáticos

JÚLIO LUZ

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Formado pela CAL em 1987, trabalhou seis anos na Itália, com foco no treinamento físico do ator, nas Cias Teatro Potlach de Fara Sabina, Abraxa Teatro e Qabaloquá, ambas de Roma. Integrou o trio cômico Cia. do Público até 2002, atuou, produziu e dirigiu espetáculos de teatro.

 

Ganhou o Prêmio Shell de melhor ator em 2005, com o solo narrativo “A descoberta das Américas”, de Dario Fo. Desde 2007, ministra a oficina Narrativa física solo. No Teatro, trabalhou como ator com os diretores Moacyr Góes, Fábio Junqueira, Lucia Coelho, Mauricio Abud, Isabella Irlandini, Dudú Sandroni, Márcia do Valle, Sidnei Cruz, Alessandra Vannucci e Ivan Sugahara. Como Diretor, dirigiu “Roda saia, gira vida”, (Prêmio Mambembe 1994 – 10 melhores espetáculos), a Ópera “O Elixir do Amor” (UFRJ 1996), o solo “Roliude” 2009), “O casamento de Hermelinda” (2011 – Passo Fundo/RS) e “Blefes excêntricos” (2013). Na TV, participou das Séries, Amazônia, As Brasileiras, Poema Sujo, Dois irmãos e As melhores entrevistas do Pasquim.

Interpretação

JÚLIO ADRIÃO

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Cláudio Boeckel é diretor de televisão. Integrou a equipe de diretores de diversas novelas que marcaram a teledramaturgia brasileira, como Senhora do Destino e Império, que recebeu o prêmio internacional Emmy Awards em 2015. Foi diretor geral da novela infantil Gaby Estrella, produzida pelo canal Gloob, sendo uma das melhores e mais bem sucedidas produções do canal.

Mais recentemente dirigiu Espelho da Vida e A Força do Querer, com direção artística de Rogério Gomes.

Direção para atores

CLÁUDIO BOECKEL

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Amir Haddad é um ator, diretor de teatro, Doutor Honoris Causa-UFRJ e teatrólogo brasileiro. Premiado diversas vezes. Dirigiu grupos alternativos na década de 1970 pesquisando e buscando a disposição não convencional da cena, desconstrução da dramaturgia, utilização aberta dos espaços cênicos e interação entre atores e espectadores. Essa linha de trabalho teatral é a base de sua ação como diretor e fundador do grupo Tá na Rua, criado em 1980, que coordena até hoje.

 

Integrou o Teatro Oficina, em São Paulo, deu aulas na Escola de Teatro de Belém e se transferiu para o Rio de Janeiro em 1965. Na cidade do Rio, continuou a lecionar e a encenar. Considerado um dos maiores encenadores do Brasil e reconhecido internacionalmente, ao criar o Grupo Tá na Rua, busca se comunicar mais com sua plateia. Dos palcos às salas abertas, das quadras às ruas e às praças, rompeu a “quarta parede” para abrir um caminho em direção a um teatro vivo e transformador para quem o vive e o faz. Torna-se um diretor único por sua capacidade de transitar entre o teatro tradicional e as produções populares.

Interpretação

AMIR HADDAD

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Professora Titular responsável pelas disciplinas “Voz em Cena” da Escola de Teatro da UNIRIO. Fonoaudióloga, Especialista em Voz, preparadora vocal em espetáculos teatrais de diversas companhias. Mestra e Doutora em Teatro pelo Programa de Pós-Graduação em Teatro da UNIRIO. Diretora científica do Estúdio da Voz, especializado em Canto e Fonoaudiologia no Rio de Janeiro.

Voz

JANE CELESTE

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Clarice Niskier estreou no Teatro Tablado, em 1981, com a peça "Tambores na Noite", de Bertold Brecht, sob a direção de Dina Moscovitch. Recebeu as indicações para os Prêmios Shell e Mambembe de Melhor Atriz em 1993 e Prêmios Eletrobrás de Melhor Espetáculo, Melhor Atriz e Melhor Figurino. Seu primeiro monólogo foi "Um Ato Para Clarice" com roteiro de Eduardo Wotzik e Bianca Ramodena. Protagonizou o filme "A Viagem de Volta", com direção de Emiliano Ribeiro.

 

“A Alma Imoral”, adaptação da própria atriz do livro homônimo de Nilton Bonder, com  supervisão de Amir Haddad, estreou em 2006 e está há doze anos em cartaz. Foi a ganhadora dos Prêmios Shell em 2007 e Prêmio Qualidade Brasil em 2008 na categoria Melhor Atriz. Clarice possui várias participações em programas de televisão, novelas e séries televisivas. 

Interpretação

CLARICE NISKIER

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Diretor e ator. Formou-se como ator em 1986, na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL)

 

Encenador das obras de Caio Fernando Abreu, destaca-se por seus trabalhos, em que muitas vezes aparece como intérprete e diretor.  

Em 1989, recebeu o Prêmio Mambembe pela interpretação no espetáculo Em Busca do Coração Secreto, direção de Tônio Carvalho.  

 

Recebeu o Prêmio Sharp pela direção do espetáculo A Dama da Noite, adaptado do conto de Caio Fernando Abreu, emque tampem atuava.

Interpretação

GILBERTO

GAWRONSKI